Marketing médico · Otorrinolaringologia
Otorrinolaringologia é uma das especialidades com melhor comportamento em busca: o paciente sente o sintoma, procura o nome dele e quer resolver rápido. Rinite, sinusite, ronco, zumbido e dor de ouvido são queixas que a pessoa digita exatamente como sente.
O que separa uma conta boa de uma cara nessa especialidade é a sazonalidade. A demanda por rinite e sinusite não é constante — ela sobe e desce com a estação, e quem mantém o mesmo orçamento o ano inteiro paga caro na baixa e fica sem verba justamente no pico.
Solicitar diagnóstico de otorrinoTrês padrões aparecem com frequência nas contas dessa especialidade:
Rinite e sinusite, ronco e apneia, zumbido e tontura, otorrino infantil: estruturas separadas, cada uma com anúncio e página falando daquele sintoma. Quem procura por ronco não quer cair numa página sobre otorrinolaringologia em geral.
Ajustamos a verba ao longo do ano seguindo a curva real de busca de cada queixa na sua região, em vez de manter um valor fixo. É a alavanca que mais muda o custo por agendamento nessa especialidade.
Aparelho auditivo, loja, preço de aparelho, SUS, concurso e busca por medicamento entram na lista desde o primeiro dia. É o que impede a campanha médica de competir com quem vende produto.
Septoplastia, turbinectomia e cirurgia de ronco mudam a conta: um caso cirúrgico sustenta semanas de mídia. Quando há CRM integrado, acompanhamos o contato até a indicação, e é esse número que define o teto de investimento.
Toda campanha e todo material seguem a Resolução CFM nº 2.336/2023 e a Lei nº 13.709/2018 (LGPD), com atenção ao artigo 11, que trata de dados sensíveis de saúde.
Em otorrino há uma fronteira que exige cuidado: a cirurgia nasal funcional (septoplastia) e a estética (rinoplastia) convivem no mesmo consultório, e a divulgação da segunda cai nas regras mais restritas da resolução — é vedada a imagem de antes e depois com finalidade de captação e o testemunho de paciente.
Também não trabalhamos com promessa de cura de rinite ou de fim do ronco: são condições de manejo contínuo, e garantir desfecho é vedado além de tecnicamente falso.
Planejando a verba pela curva de busca da sua região, não por um valor fixo mensal. Levantamos essa curva antes de começar e concentramos investimento nos meses de pico, reduzindo na baixa. Também vale manter no ar o ano inteiro as queixas menos sazonais — ronco, zumbido, otorrino infantil — para a conta não ficar ociosa.
Costuma ser a frente de melhor retorno da especialidade, porque o ticket do procedimento é alto e a busca vem de quem já convive com o problema há tempo. A exigência é falar do processo de investigação — polissonografia, avaliação — e não do resultado, já que prometer fim do ronco é promessa de desfecho.
Com negativação, e com bastante dela. É o mesmo problema que a oftalmologia tem com ótica: um varejo com margem de produto disputa as palavras da consulta médica. Separar a campanha por queixa clínica, em vez de anunciar no termo genérico da especialidade, resolve a maior parte.
Não com antes e depois nem com testemunho de paciente — a Resolução CFM 2.336/2023 veda os dois para captação, e a autorização do paciente não afasta a vedação. Você pode descrever o procedimento, os critérios de indicação e como é a avaliação. A cirurgia funcional tem margem maior de comunicação que a estética, e vale separar as duas na conta.
Diagnóstico sem custo, com franqueza sobre o que vale e o que não vale a pena.
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