Marketing médico · Psiquiatria
Psiquiatria é hoje uma das especialidades de maior crescimento em atendimento particular e a que melhor se adaptou à telemedicina. Também é aquela em que a publicidade descuidada causa mais dano — a quem busca ajuda e ao médico.
A Serrano Web trata essa captação sob uma regra que não negociamos: nada de perseguir alguém pela internet com anúncio ligado a sofrimento psíquico. É uma limitação real, e é a razão pela qual a estrutura da conta precisa ser melhor do que a média.
Solicitar diagnóstico de psiquiatriaTrês características mudam completamente a forma de estruturar a operação:
Não construímos audiência a partir de quem visitou página de depressão, ansiedade ou qualquer condição. Quando há remarketing, ele é de contexto genérico da clínica. É uma escolha que custa desempenho e que não abrimos mão.
Consulta online compete em âmbito nacional, com concorrência e custo por clique próprios; o presencial compete no raio da sua cidade. Misturar as duas faz a mais barata engolir o orçamento da outra.
Nome e contato bastam para agendar. Formulário que pergunta sintoma ou diagnóstico cria um passivo de dado sensível sem necessidade — e reduz a taxa de preenchimento, porque a pessoa hesita em escrever aquilo.
Lista construída no primeiro dia e revisada continuamente. Nessa especialidade é o que separa contato de paciente de contato de pesquisa.
Toda campanha e todo material seguem a Resolução CFM nº 2.336/2023 e a Lei nº 13.709/2018 (LGPD), com atenção especial ao artigo 11, que trata de dados sensíveis de saúde.
Em psiquiatria isso significa: nenhuma promessa de cura ou de prazo de melhora, nenhum testemunho de paciente, nenhuma abordagem que explore o sofrimento de quem está procurando ajuda, e nenhum uso de condição clínica para segmentação de audiência.
Anúncio de saúde mental também é regulado pelas próprias plataformas. Estruturamos a conta para operar dentro dessas políticas desde o início, em vez de descobrir a restrição com a campanha reprovada.
Pode, respeitando as regras de telemedicina do CFM e as políticas da plataforma. A observação prática é comercial: a concorrência nacional em consulta online é bem mais dura que a local, com custo por clique maior, então vale rodar as duas frentes separadas e comparar o custo por agendamento de cada uma antes de decidir onde concentrar verba.
Porque construir uma audiência com quem visitou uma página sobre depressão ou ansiedade é tratar dado sensível de saúde para fins publicitários, sem base legal confortável sob o artigo 11 da LGPD. Além disso, ser perseguido por anúncios sobre a própria condição é invasivo com alguém que está fragilizado. Abrimos mão do desempenho nesse ponto.
O mínimo necessário para agendar: nome e forma de contato. Perguntar sintoma, diagnóstico ou uso de medicação antes da consulta cria passivo de dado sensível sem necessidade e, na prática, derruba a taxa de preenchimento, porque a pessoa hesita em registrar aquilo num formulário.
É uma das categorias mais restritas nas plataformas, e reprovação por política é comum quando a peça é escrita sem conhecer a regra. Trabalhamos com a restrição desde a criação, o que reduz retrabalho e evita o histórico de reprovações que dificulta a conta no futuro.
Diagnóstico sem custo, com franqueza sobre o que vale e o que não vale a pena.
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